E de que adianta se o sentimento ficou preso, se o que ela tinha la dentro nao fez diferenca p’ra ninguem? (P’ro alguem que ela tanto queria…)
E de que adianta se ele nao levou a serio, se nao passou de brincadeira, se foi uma tentativa de adolescente, um primeiro passo p’ra – ai sim! – comecar a entender do que se trata amar?
De nada, de nada adianta.
(Nao mais... nao mais?)
Olhar p’ra tras e nao querer lembrar – porque lembrar tambem machuca!
E se lembrar, sentir o coracao rachar, doer, arrepender, querer possuir maquina do tempo, correr atras e dizer bem alto “Volta!”...
L’amour!
O amor tem dessas coisas: nao ha dor maior, nao ha maior prazer.
Essa antitese que mora aqui dentro, que mora ai dentro...
******
E ela esperou, esperou, esperou.
Uma a segunda chance p’ra tentar convencer e reconquistar o espaco naquele peito, no colo tao perfeito – ou p’ra acabar com tudo de uma vez por todas!
So nao suportaria mais a pseudo-indiferenca que ambos criaram – p’ra evitar a dor da distancia, da saudade, da possibilidade tao impossivel...
So que ele era unico e quando (e sempre) comparado aos demais, sempre vencia.
Mas nao, nao se tratava de luta, aposta ou disputa, so de amor.
Daqueles que mesmo depois do ultimo beijo – tempos atras, no meio de tanta gente... – voce ainda sente o gosto.
Daqueles que mesmo longe esta perto, o calor eh o mesmo.
Daqueles que vale a pena a dor, a espera, a abstinencia de outras bocas, outros corpos...
E ela seguia, acreditando que um dia...
Thursday, September 20, 2007
Que um dia...
Wednesday, September 19, 2007
Eu vi...
... E quem diria? Ainda da p’ra acreditar no amor!
Eu, que nunca deixei de acreditar, o vi de perto, muito pertinho.
Fui testemunha de um amor, de muito amor de uma so vez.
Eu vi esse amor verdadeiro, amor puro, sem data de vencimento, amor sem motivo, justificativa, amor por amor, por encontro, por destino, conjuncao estelar, cupido espertinho, chame como quiser... era amor – eh amor!
Quase uma magica, quase uma celebridade, ser mitologico, musa inspiradora, gente importante, so que ao inves de palpavel ou visivel, eh puro sentimento, sentimento unico, indefinivel, sentimento ilimitado.
Tudo que a gente passa a vida inteira procurando eh isso: amor de verdade.
Um, dois, tres, dez, mil!
Quanto mais melhor!
E nao eh do amor de um outro ser que falo, amor por aquela tal “testemunha” p’ras nossas vidas, mas sim de um amor irradiado por pessoas que a gente mal conheceu, so olhou no olho, mas nunca conversou.
Um amor que nos rodeia sem que o procuremos, amor de boas pessoas, de coracoes pulsando no mesmo ritmo, numa so melodia.
Amor que enfrenta tudo, que te faz melhor, que soma.
Amor que renova, que da certeza, acende luzinha la dentro.
Amor que a cada dia nao muda, continua o mesmo e isso eh que o faz tao especial – eh o mesmo amor, a forca, intensidade sem forcar, sem cobrar.
Eh seu e ponto!
Apenas quem ama – ou amou – vai entender... eu amei, eu amo e ainda quero amar mais.
E como eu sei que eh ou que foi amor?
Isso nao vem escrito em bula, nao tem email de confirmacao, ligacao ou bilhetinho na geladeira: ele esta ali, voce simplesmente sabe, voce sente.
E se nao for amor, que nao seja nada, porque amor de verdade eh um so!
Nao eh “mais ou menos”, nao eh “so hoje, amanha nao”, eh p’ra sempre, eh estavel e calmo como o mar pela manha, como acordar no formato do outro, como olhar p’ro lado e encontrar um alguem que de nada precisa, so precisa existir.
Isso eh amor.
E eu vi de perto...
Monday, August 27, 2007
Meu resumo.
Liberdade.
Uma verdade, um carinho, muitas vontades e muita preguica.
Minha familia, uma irma chamada Piu e duas primas... tres irmas!
Um amor, o amor, aquele amor, o seu amor – sua, sou sua.
Um colo p’ra descansar, tres filhos bagunceiros e falantes.
Um cachorro, dois cachorros, tres cachorros – um p’ra cada filho.
Um abraco, companhias, sorriso, gargalhadas.
Dirigir no Elevado do Joa depois da noite mais surpreendente. E rir sozinha...
Uma viagem com os melhores, os p’ra sempre. E depois, de presente, lembrancas eternas...
Sentir vergonha. Mas so depois de ja ter feito!
Casual e formal. Tudo junto.
Uma mae Maria. Ela ensina, inspira, torce. Minha estrela.
Alguem p’ra admirar, inspirar, desejar.
Ter que cumprir um deadline. P’ra ontem!
Ter uma necessarie lotada de coisas que eu nunca uso.
Fingir que nao conheco, desconfiar de besteirinhas, evitar roupa preta na sexta-feira.
Tropecar e rir sozinha.
Chocolate, ovo de Pascoa, brigadeiro de colher.
Fazer escolhas, observar pessoas, nao julgar.
Fotos, muitas fotos e um mundo inteiro ainda esperando p’ra ser fotografado.
Um filme, lagrimas, lembrancas, esperanca...
Jeans, uma seda, a minha pintinha secreta!
Orgulho, conquistas, coragem. Peito e mente: abertos, es-can-ca-ra-dos!
Voltar no lugar, reviver o primeiro beijo, rever o primeiro amor.
Um show na praia, um astral unico.
Sorte, que sorte!
Secar so a franja, me maquiar no transito.
Adrenalina, suspense, pressao e... deu certo! No final, tudo da certo...
Beijo no pescoco, beijo na bocheca, como eu amo beijo na bochecha!
Uma avo, muitas historias.
Correr e suar ou elegantemente caminhar sobre um salto 15.
Uma praia, aquela praia, um encontro, por-do-sol, noite.
E acordar abracado, um no formato do outro.
Uma testemunha – p’ra a vida toda.
Uma amiga p’ra sempre, um amigo-irmao.
A carta que guardei, o email que nao foi, o telefonema que nao aconteceu. Medo?!
Um dia, uma semana, aquele ano... que ano!
Paciencia, respiracao, muita ansiedade.
Rever alguem. Sentir os mini-terremotos internos.
Dancar, dancar, dancar. Ate doer o pe, ate acenderem a luz, ate a festa acabar.
Festa de aniversario, presente, um brinde, presencas.
Pedidos e realizacoes. Realizacoes e agradecimentos.
Um coracao com tempo p’ro meu.
Quem fui ontem, quem quero ser amanha.
Um casamento... na praia.
Salada de frutas de sobremesa.
Mate com limao nas veias ao inves de sangue!
Mudar as folhas mas manter as raizes intactas.
Achei um bilhetinho, recebi flores no escritorio e, de repente, um e-mail p’ra deixar o meu dia mais colorido.
Trabalhar demais, procurar ser melhor sempre. E conseguir.
Chutar o balde, perder a linha – E por que nao?!
Um segredo, um medo, uma vergonha.
Ser vaidosa, mil creminhos & maquiagem, ser fresca... mas so ½ hora por dia!
Estacionar o carro e esquecer do lugar.
A voz que te faz suspirar, que te faz ter A certeza.
Roupa branca no Reveillon, flores p’ra Yemanja, as uvas e as ondas.
Aceitar desculpas, pedir perdao, correr atras, saber ouvir o nao e entender.
Um album de lembrancas lindo mas que nao existe – esta todo registrado no peito.
O que me teve, o que nao vai me ter... porque nao quer, porque eu nao quero.
Papel e caneta, maos a obra!
Dividir sobremesa, jamais!
Adotar – crianca, cachorro, amigo, irmao, plantinha.
Chorar por todos que se foram. E chorar. E chorar...
Doar o que nao faltara – amor.
Uma noite inesquecivel, uma inconsequencia que fez tanto sentido...
Te criar, te moldar ao meu gosto, te inventei!
Aquele me perdeu, aquele que me magoou. Passados...
Um improviso, Rock’n Roll de menina.
Um amigo cantor, todo cheio de chaaaaaarme...
Um amigo mais velho, mais experiente. E liiiindo...
Ressaca, agua de coco e oculos escuros.
Amadurecer, mas devagar, nao ha pressa!
Fingir que odiou o “fiu-fiu” na rua mas no fundo a-d-o-r-a-r.
Ser madrinha de um casamento, ser um cupido perfeito.
Um amigo que mora na China. Um irmao que mora na China.
Um estrela, um infinito; ambos atras da orelha.
Misterio, um rosto sem nome, uma noite sem comparacoes.
Calcinha colorida e grande, pijama de coracao, cabelo baguncado.
Dia dos Namorados sozinha, Dia dos Namorados acompanhada.
O tal do certo so que na hora errada.
O tal do certo nao hora certa. Ih, achei...
Colecao de sapatos, vicio.
Uma festa a fantasia, uma festa da Tequila.
Um coque no cabelo, oculos de leitura bege e ele apareceu... aqui dentro.
Amar o que ele tem de melhor. Amar o que ele tem, seja la o que for.
O pior e o melhor, o doce e o amargo – experimentar nao eh pecado.
Entrar em casa e tirar a sandalia p’ra nao fazer barulho no corredor.
Protecao divina, corpo fechado, reza forte!
Um coracao partido, um fantasma, uma superacao.
Ansiedade, aeroportos, “ta chegando!”, pousou!
Carnaval, uma amiga Mari, sol, abadas coloridos e energia positiva.
... E em trio, um encontro e uma festa – p’ra dois convidados.
Certezas, valores, delicadeza, boa vontade.
Tintas e telas a postos. Pintando o sete, o oito, o nove...
Pre, night, pos, Guanabara, cafe da manha no Gavea, praia! E ai sim, dormir...
Cama sem travesseiro, rabo-de-cavalo.
Vestido e chinelinho. E ta otimo!
Rio de Janeiro...
Casa.
Vida.
Olhar p’ra tras, lembrar de tudo isso e sentir orgulho.
Friday, August 17, 2007
Furacao – La fora, aqui dentro.
Acordei.
Na TV e no radio, nas bocas e nas rodas de conversa, um so assunto: um furacao se aproxima da ilha!
Um furacao daqueles, intenso, com forca destruidora.
Medo? Sim, eu senti medo.
Eu sinto medo.
Mas essa nao esta sendo a unica vez nao...
Eu senti medo quando eles se separaram, quando ficamos nos duas, pequenas e confusas, em meio a tudo... ou melhor, a nada.
Eu senti medo quando vi que ela tambem sofria por amor. Logo ela, meu exemplo, meu espelho.
Eu senti medo quando tive que encarar alguem que me fez sofrer, fez a familia sofrer. Eu tive que olhar no olho...
Eu senti medo quando ele se foi. Fez a curva e eu nao pude mais ver. Um dia a gente se ‘esbarra’ de novo, querido...
Eu senti medo quando percebi que talvez aquele fosse o ultimo beijo, o ultimo toque, suor, bocas.
Eu senti medo quando nao te vi mais, quando o elevador desceu, quando o corredor ficou vazio.
Eu e voce.
Eu sem voce...
Eu senti medo quando dei as costas, quando entrei no aviao.
Eu senti medo, muito medo, quando entrei, pela primeira vez, na MINHA casa. MINHA. Eu nunca tinha tido uma casa so MINHA...
Eu senti medo quando percebi que “Bom dia!” aqui nao funcionaria, so o “G’morning!”...
Eu senti medo quando percebi que deixei p'ra tras familia e amigos. Medo de nao voltar a ver, medo do distanciamento, da saudade.
Eu senti medo quando me senti sozinha. Completamente sozinha...
Medo. Sim, eu ja senti muito medo.
Maior do que o que o furacao trouxe hoje, muito maior do que divulgaram o Canal do Tempo e o Recursos Humanos da empresa.
Eu ja senti a forca de um furacao no peito.
E doi...
Tuesday, August 14, 2007
Ele...
... E mulher eh um bichinho complicado, admito!
Quando ele estava la, todinho p’ra ela, ela virava as costas, fazia pouco caso e chegava ate a falar mal!
Ela foi embora, desistiu daquele mundinho – e ele ficou p’ra tras.
Aaaah, mulheres!
Hoje ela esta longe, bem longe. Outro pais, outra casa, outros amigos, outro cotidiano, outra vida...
Ele ficou p’ra tras.
Mas, de repente, sem mais nem menos, ela lembrou dele. Precisava tanto dele agora, mas taaaaanto!
“E agora?”
E agora que voce resolveu trabalhar em casa – bitch! – nesse tal de “home office” e nao tem mais o queridinho Help Desk p’ra ligar nao!
“Ah, se eu tivesse uma maquina do tempo...”
Continho dedicado a LYLAS
;-)
Tuesday, July 17, 2007
Compatibilidade
Seria educacao? Cultura? Gosto musical? Habito alimentar? Mesmo grupo de amigos ou jeito de vestir?
Ele ama falar alto e eu odeio isso com toda a forca do meu ser: sera que ja nao deu certo, sem ao menos tentarmos encontrar um meio-termo!? Hmmm...
Eu tenho amor por Vogue, W, Cosmo... ele acha que eu gasto dinheiro a toa. – Eu nao posso querer relaxar na beira da piscina lendo sobre as futilidades da vida!? Hmmm...
Deus me livre ser igual ao outro, nao ter diferenca, nao poder enxergar atraves de outros olhos, outros pontos de vista! Quero mais eh que sejam muito diferentes de mim! Adoro quando a pergunta “Nao eh que eh mesmo!?! Hmmm...” aparece!
Amigos, amores... cada um trazendo uma novidade, um presentinho a cada dia. Seria essa diversidade uma riqueza? Eu acho que sim...
Ser compativel, ao meu ver, eh perceber a diferenca no outro porem respeita-la.
Respeita-la por amor, por admiracao, por – ate! – curiosidade.
Nao que eu va deixar moral e bons modos em casa e passar a admirar gente rouba a gente ou que come de boca aberta, por favor, nao eh isso!
Mas so acho que nao estamos aqui para mudarmos os outros. Podemos aprender tanto com o que nao nos eh comum...
Estive pensando...
Friday, June 15, 2007
Subject: Saudade x Crescer
Recebi um e-mail da minha melhor amiga com a seguinte frase “Acho que não é só a saudade que doi... o que doi mesmo é crescer...”.
Pensei tanto nessa frase que, por menor que seja, me fez viajar a lugares tao conhecidos: visitei colos que nem sei se vazios estao mais, abracei corpos que tao longe de mim ficaram. Senti o gosto do sorvete preferido, senti a areia daquela praia nos meus pés...
A gente cresce. E tudo passa tao rapido...
Mas, voltando a frase da minha amiga, ela tem razao: crescer eh dificil sim. E machuca...
Exige coragem, forca e um absurdo desprendimento do que eramos “antes” – e isso eh tao complicado...
A gente cresce quando viaja, a gente cresce quando ouve um cara mais velho falar – ou um mais novo mesmo.
A gente cresce quando observa, quando julga – e como a gente tem mania de julgar, Meu Deus! – quando cai e quando levanta.
A gente cresce quando ama, quando sonha e ate quando nos deixam p’ra tras...
A gente cresce quando a gente sofre.
Crescer exige escudo, armadura, reza forte. Nao se cresce sem medos, desafios, quebra-molas. Caminho livre e completamente florido nao ha!
Crescer exige planos, mas nada muito rigido, nada que nao possa ser mudado amanha, de repente, sem aviso previo do Destino, sem carta de despejo do Presente.
Acho que crescer nada mais eh do que adquirir responsabilidades e buscar.
Buscar ser mais feliz, ser melhor, mais saudavel.
Buscar antidoto contra o tempo, buscar nao esquecer o passado, as origens – manter principios e coracao puros.
Buscar uma testemunha p’ra nossa vida, aquela que vai contracenar com a gente da forma mais harmonica a cada cena do nosso filme.
Crescer nao eh simples.
Mas, talvez saber crescer com equilibrio e paz interior, certeza de que so se esta buscando o melhor p’ra si e para os que o rodeiam, seja o segredo...
Afinal, se fosse simples, que graca teria?
Thursday, June 14, 2007
A - minha! - definicao de "saudade".
Eu tenho, talvez ate em vao, tentado explicar aos “non-Brazilians” que me rodeiam o que a palavra ‘saudade’ significa.
Confesso que nao tem sido facil, os gringos nao entendem que uma palavra, ate pequena, possa conter tanto significado e, ao mesmo tempo, tanto ‘nada’, um 'nada' tao devastador...
Saudade.
Eu sinto isso.
E doi, acredite.
Saudade.
Ele foi embora...
O perfume sumiu da blusa e daquele outro travesseiro.
O telefone nao tocou mais.
Aquela musica so machuca o meu coracao – e haveria tortura mais cruel do que a musical?
Saudade.
O olho nao brilha, nao tem mais nada p’ra ver!
O ouvido nao se encanta mais com a tal voz ou com o som da porta se abrindo.
O corpo sente falta e pede mais. Em vao...
O coracao nao dispara – ou dispara de tanta dor!
E doi...
Saudade.
A musica ja nao toca mais...
A luz? Ja acenderam ha tempos!
O papel do presente ficou pelo chao.
As mocinhas ja recolheram os copos, os pratinhos, acabou o brigadeiro.
A festa ja nao acontece ali... E nem aqui dentro.
Saudade.
O Cristo ja sumiu dentre as nuvens.
A aeromoca trouxe um cobertor.
... Antes fosse um abraco.
O mar, ja tao escuro, tao profundo...
Eu so vejo o mar agora.
O meu Rio ficou p’ra tras...
E isso doi...
Saudade.
Nao poder observar a reacao a cada opinao, palavra, silencio compartilhado.
Nao poder deitar ao lado, conversar sem ter outra ligacao esperando p’ra ser atendida ou bateria quase no limite...
Nao conseguir, por mais que seja grande a vontade, expressar tudo que se tem guardado, nao poder olhar nos olhos!
Ah, eu preciso tanto te ver...
E como isso doi!
Dor que eu sinto quando quero que a lembranca vire realidade. De novo.
Dor que eu sinto quando penso que poderia ter sido melhor: falar mais, ouvir mais, amar mais, doar mais.
Dor que eu sinto quando lembro de um momento bom – e um sorrisinho timido aparece no canto da boca...
Sera que so eu entendo “saudade”?
Nota: sentir saudade eh ate bom – significa que valeu, foi bonito e importante o suficiente p’ra ser guardado na vaga mais importante do nosso corpo - mas melhor ainda eh nao ter que explica-la p’ra ninguem.
Deixar esse sentimento la no Aurelio, quem quiser entender que o procure na letra S... aqui dentro nao!
Tuesday, June 12, 2007
Try Again.
Foi tentar de novo, ver se dessa vez pode dar certo, nunca se sabe o que vem depois da curva, certo?
O tempo passou, ela mudou. E como!”
...
Nao adianta, o mundo gira, a lua aparece e desaparece, as pessoas mudam.
Por mais que juntas por 70 anos, elas mudam. No primeiro ano de casados, ambos tinham certas manias, gostos, jeitos. Anos depois, bodas e bodas after, o casal ja eh outro.
Cada individuo ja eh outro muito diferente daquele que, um dia, disse “sim” la naquele altar a partir do primeiro minuto de vida a dois, acredite...
E gracas a Deus!
Sem mudanca, nao ha desafio; sem desafio, p’ra onde vai a graca de toda historia!?
O ser humano precisa de desafio, precisa ser testado, manter-se acordado, up & running!
Eh como se passassemos todos os dias de nossas vidas numa cama, muito confortavel, tudo ao redor: TV, comida, cobertor.
Porem...
Se nao desafiamos o corpo, nao damos degraus p’ra subir, estradas p’ra caminhar, ele perde a forca, perde a vida, fica fraco, sem graca...
... Com o coracao acontece o mesmo, creio eu!
Preciso de degraus, barreiras – ou a luta contra as mesmas! – cada um ao seu tempo, mas parada eh que nao posso ficar!
Penso em todos os casamentos, namoros, ‘ajuntados’ que sobrevivem desde o “sim – bora!!!” ate hoje.
Acho que a convivencia diaria requer evolucao pessoal, conhecimento do outro e, acima de tudo, auto-conhecimento... Ate onde voce consegue se deixar levar? A partir de qual momento voce toma as redeas da situacao? O que voce deixa rolar? O que voce nao quer que role nem se numa ladeira?!
... E, se nao der certo, paciencia, acontece!
Que voce levante do tombo, cure as feridas e continue caminhando, buscando desafios p’ro seu coracao.
Afinal, de todas as coisas da vida, o que a gente leva – seja la p’ra onde for! – sao as lembrancas, as conquistas pessoais, os orgulhos – os autenticos e os gerados por uma re-conquista, um re-equilibrio, uma nova chance....
Afinal, cair e ser capaz de LEVANTAR, seja la quantas vezes, eh motivo de orgulho!
Ou voce prefere cair e ficar no chao?!
Wednesday, May 30, 2007
Pegacao...
Eu vou pegar o próximo vôo.
Eu vou pegar um copo d'água pra você.
Eu, brother? Eu vou pegar uma mulher!!! Duas, se bobear...
Ah, língua portuguesa, quanta flexibilidade!
O tempo passa e o nosso vocabulário muda, se expande, se transforma, ganha novos e riquíssimos significados, como este: pegar mulher.
Aliás, pega-se homem, também, e como!!! - por que homem pode e mulher nao, certo? ;-)
É natural ir p'ra night querendo se 'dar bem', conhecer gente nova, ter uma história engracada p'ra contar, um principio de, quem sabe, romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... hmmm... Esquece, a partir daí já não acho natural coisa nenhuma! Que over!
Atualmente - ok, me chame de velha caquetica! - acho isso um desperdício de energia... pegar e ponto? Hmmm... acho que nao... tem que valer a pena, tem que ter aquela quimica, ne!
Pegar quatro caras. Pegar cinco meninas. A gente está falando de quê, de catadores de lixo?!
Parece...
Não se trata de caretice, mas de adequação.
Pegar, pega-se coisas. Não gente.
Coisas.
Bonecos infláveis, que podemos segurar, tocar, lamber e descartar 10 minutos depois.
Coisas.
Produção industrial, sentimento nenhum, envolvimento zero.
Coisas.
Objetos inanimados. Sem voz, sem idéias, sem vida.
Coisas.
Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegue-e-use, pegue-e-chute, pegue-e-conte-para-os-amigos-depois?!? Fala serio...
Pegar, cá p'ra nós, é um verbo MUUUUUITO cafajeste.
Tudo bem experimentar sensações diversas, conhecer de tudo, exercitar a sexualidade, mas em vez de "pegar", poderíamos empregar algum outro verbo menos frio e automático.
Porque, quando duas bocas se tocam, nada é assim tão frio e automático, na maioria das vezes a naturalidade é forçada, é a turma que dita as regras e exige que todos se comportem igual, então vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada.
Deixaram a personalidade em casa, isso sim!
Mas o que uma pessoa parecendo uma 'tia' como eu pode fazer contra o avanço (avanço?!?) dos costumes e a vulgarização do vocabulário?
Sou muito mais restringir a pegacao a uma carona, um avião, uma gripe...
Tuesday, April 10, 2007
bonitinho...
É tudo somente sexo e amizade.
Não tem nenhum engano nem mistério.
É tudo só brincadeira e verdade.
Podemos ver o mundo juntos,
Seremos dois e seremos muitos!
Estaremos sós sem estarmos sós.
Abriremos a cabeça
Para que afinal floresça
O mais que humano em nós!
Então tá tudo dito e é tão bonito!
E eu acredito num claro futuro de música, ternura e aventura
P'ro equilibrista em cima do muro...
Mas e se o amor pra nós chegar,
De nós, de algum lugar
Com todo o seu tenebroso esplendor?
Mas e se o amor já está,
Se há muito tempo que chegou
E só nos enganou?
Então não fale nada, apague a estrada
Que seu caminhar já desenhou
Porque toda razão, toda palavra
Vale nada quando chega o amor...
Friday, March 09, 2007
normalzinha...
Thursday, March 01, 2007
updating...
Milhas e milhas distante doS meuS amorES...”
Longe de casa sim, mas aprendendo a enxergar o mundo com um novo olhar.
Tem sido bom p’ra pensar, tem sido bom p’ra inspirar, tem sido bom p’ra valorizar tudo e TODOS que ficaram lááááá longe.
E “lá” longe também e “lá” longe também...
Longe de casa e longe dos usuais cuidados e mordomias.
Longe das comidinhas da mamãe, vovo e cia.
Longe das amigas que moram “logo ali”, dos amigos “acordei agora, vamos a praia?”.
Longe dos meus amores. De todos eles...
Fácil, devo confessar, não é.
Mas tambem não é impossivel, não!
É rico, é “priceless”, como diria o outro!
Cair na real e notar que se eu não lembrar das “contas a pagar”, a luz e a água não vão continuar a funcionar, como num passe de mágica.
Cair na real e ver, por exemplo, que “putz!, acabou a pasta de dente!”, e ter que sair correndo p’ra renovar os estoques da casa faz parte do meu cotidiano sim!
Cair na real e ver que aquele abraço, aquela voz que amaciam tanto um dia cheio de trabalho ficaram p’ra trás e que agora, força, muito força interna mesmo, é o que eu mais preciso.
É, no final do dia, crescimento, amadurecimento, creio eu...
E, p’ra ser muito sincera, é felicidade!
Felicidade por ter a certeza de que eu consigo, de que vou conseguir sempre, depende de mim, dos meus pensamentos – da qualidade de cada um deles.
Felicidade por “tocar o barco” sem tempestade, onda grande p’ra atrapalhar...
Felicidade!!!

Wednesday, February 28, 2007
Saturday, January 20, 2007
:: Insomnia ::
Palavras, pessoas, saudades.
Imagens, promessas, momentos.
Tao dificil dormir com tanta gente aqui... aqui dentro.
Corri demais.
Ai, mas que saco esse negocio de distancia, hein?
O mundo eh plano ou nao eh, Friedman?
Bom, muito bom. Cada vez mais admiro Jazz.
"I've got yoooou..."
Acho melhor para de ouvir musica, nao vou dormir nunca!
Mas dormir p'ra que?
Odeio dormir, perda de tempo!
Comprei blueberries! Antioxidante...
'To com sindrome dos 24 anos, se eh que isso existe.
E da-lhe creme!
Ate p'ra atras da orelha, se duvidar eu tenho!
Frescura, admito.
Rio, Rio, Rio... quanta saudade!
Acho que aqui, na tonga da mironga, passei a dar mais valor.
Nao so ao Rio, mas a familia, aos amigos.
"Ser humano", como diria o Le, "eh fod@!".
So da valor ao perder...
Vivendo e aprendendo, definitivamente.
Sono? Iiih.. acho que isso eh o que chamamos de sono...
Ah, nao... nao quero...
ok, Corpo, ok... voce venceu.
Ate amanha...
Sunday, January 14, 2007
verdade.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão.
Mas no fundo isso não tem importância.
O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre.
Em todos os lugares.
Em todos as épocas do ano.
Dormindo ou acordado."
Shakespeare
Tuesday, January 02, 2007
Saber ou não saber: eis a questão.
Saber de tudo.
Identificar com facilidade dos mestres do Jazz à poesia encantada de Pessoa; entender um carioca e um romano como se ambos fossem oriundos Estados vizinhos de um só país.
Saber e continuar querendo saber.
Conhecer olhares, reações, fórmulas fantásticas, ervas medicinais.
Valorizar pequenos gestos, achar que aquilo é conseqüência daquilo outro, ou melhor, ter certeza, afinal, você sabe de tudo.
Históra, Artes, Matemática.
Designers renomados, chefs 'ulalá!', viajar o mundo.
Enfim, saber porque o ceu é azul e o sol é quente; saber 'brincar' na NYSE e ainda ganhar um dinheirinho com isso, saber como chegar mais rápido em São Conrado - Niemeyer ou túnel afinal?
Ou, até mesmo, a tal da sogra...
Saber tudo, o máximo possível.
Sempre.
Excelente.
Ok, devo admitir que parei para pensar sobre esse 'saber generalizado' e quero levantar uma questão para 2007: o 'não-saber', o 'deixa rolar', o 'veremos', o 'ih, vou ter que ver...'.
Qual é a graça de saber tudo sempre, viver sem esperar o novo, o desconhecido?!
Ah, francamente...
Saber que morar naquela ilha é dificil p'ra chuchu, mas que de 6 em 6 meses - máx! - eu volto e tudo vai estar igualzinho.
Saber que o amor da minha vida - segundo o pensamento popular, logicamente. - é p'ra sempre e que ele deve, TEM QUE, aparecer antes de eu completar os balzacos anos (leia-se 30 - calafriiiiios! brrrr...).
Saber que eu, do alto dos meus 20 e poucos anos, devo estudar mais e mais, absorver o máximo agora porque depois as coisas 'ficarão' mais difíceis.
Que sem graca essa coisa de saber de tudo!
E se eu não quiser saber de nada, me fizer de 'bobinha', e sair por aí vivendo e ponto?!
E se eu quiser simplesmente fechar os olhos que - pensam que - veêm o futuro e viver o dia de hoje, sem ter a certeza de que amanhã vou acordar aqui?
E se eu esquecer que 'preciso' achar o amor-da-minha-vida logo, correndo, ASAP!, e deixar o destino me apresentar o tal sujeito no meio de um boteco, reunião ou fila p'ro check-in?
E daí?!?
Amo ler, sou viciada em livrinhos, livrões, coletâneas de bolso, revista de fofoca, jornal, caderno A, cadernos B e C, whatever!
.. tem hora que isso cansa, sabia?
Há momentos que o botão do 'not knowing' funciona bem melhor, traz uma reação que, querendo ou não, eu a-d-o-r-o!
E esse adorar pode ser descobrir como o Império Romano foi p'ras cucuias, pode ser o inesperado encontro com um amigo que mora longe, no meio de uma livraria no Leblon ou naquela confusão do BG, pode ser o tal do amor-da-minha-blá-blá-blá que resolveu dar as caras assim, plin!, de repente...
Pode ser tanta coisa, Meu Deus!
E pode ser tão mais divertido quando a gente não espera, não fica especulando...
Enfim, concordando comigo ou não, você há de concluir que hoje é o seu tempo, aqui e agora.
Saindo da frente desse computador a sua vida vai mudar, ou melhor, você já pode ter lido um e-mail revelador ou um recadinho que deu frio na barriga - adoro!!!
É a vida girando... e você ainda vai parar p'ra pensar no que pode vir por aí daqui ha meia hora?!
Deixa rolar, oras!
E 2007 vai SUPERAR o irmão 2006. Garanto! ;-)
Sorte!
Thursday, December 07, 2006
e tem coisa melhor?!
Viajar é muito bom.
Conhecer um país, uma cidade, a cultura de um outro povo.
Saber que o mundo é muito maior do que o que a gente pode ver, sentir.
Como é bom poder viajar com uma pessoa agradável, curiosa – tanto ou até mais do que você! – viver cada aventura louca, ter mil histórias p’ra contar, pagar aqueles micos que só turista paga, rir desse ridículo, ou melhor, não achar o ridículo, ridículo!
Bom tambem é provar aquele prato, daquele lugar que todo mundo fala, super “in + cool + trend” que você não pode deixar de ir por causa disso ou daquilo; poder dançar naquela boate suuuper badalada, ver gente bonita, terminar a noite num lugar diferente, um “Dining” moderninho ou mesmo um sanduba em algum canto qualquer.
E quando o lugar é uma praia?
Nossa, aí nem se fala!
Fotos lindas, por-do-sol, todo mundo moreninho, desfile de biquínis, som das ondas, noite de Lua cheia e estrelas, estrelas, estrelas...
Que delícia!
Viajar é, de fato, muito bom.
Mas, na minha opinião, tem uma coisinha melhor do que qualquer praia, qualquer por-do-sol, comidinha, “night”, estrela, foto ou souvenir bacana...
P’ra mim, bom mesmo é voltar p’ra casa!
VOLTAR P'RO RIO DE JANEIRO!
Entrar no avião com a certeza de que o próximo lugar a te abrigar é a sua cama, seu edredom favorito; encarar a aterrisagem como uma benção – os mais medrosos (eu me incluo nessa!) encaram como um “nascer de novo”! rs... – pedir p’ro pai, namorado, p’ro motorista do táxi ou seja la p’ra quem estiver dirigindo, pegar o Reboucas só p’ra que a Lagoa, linda, possa te receber, só p’ra você poder sentir aquele gostinho de estar no Rio de novo...
Meu Deus!
Monumentos, culturas, pessoas, lugares: indubitavelmente, experiencias fantásticas.
Ver a emoção de um amigo quando você abre a porta da sua casa, mais uma vez: não tem preço.
Saudades, saudades...
EU ‘TO CHEGAAAAAAAAAAAANDO!!!
Monday, November 20, 2006
No Rio em 25 dias.
Natureza
Mar, sempre a vista, sempre pertinho!
BG p’ra ver e ser visto, p’ra comer, p’ra comprar...
Calor
Biscoito Globo – na praia, no transito...
Mate Leão – com limão!
Pegar ‘jacaré’
Arpoador
Café da manhã, aos domingos, na ‘Escola do Pão’
Pôr-do-sol na praia
Fé
Jardim Botanico
Cata tatui
Informal no meio da semana
Funk – ‘O Castelo está em chamas!!!’
O segundo andar do meu amado Zazá Bistro – com um amor a tiracolo!
Subiu a serra? Tem que parar na Pavelka!
Engarrafamento na Atlantica
Engarrafamento na Vieira Souto
Engarrafamento na Delfim
Engarrafamentos com vista p’ro mar... luxo carioca!
Ana Botafogo
Almoçar num japa depois da praia, com areia nos pés ainda.
Sambinha + cerveja + amigos
Gattopardo
‘Fala sério!’
Desfilar no Posto 9
Fla x Flu/ Fla x Vasco... Fla!
Petropolis, o Museu Imperial.
Café da manhã no Golden Sucos
Corpos dourados, marquinha do biquíni
‘Boteco 66’
“Soneto de Fidelidade”, definicao perfeita do amor para Vinicius... e p’ra muita gente!
Cuscuz na praia
Calçada preta/ branca – pedras portuguesas!
Comprinhas no Zona Sul
“Eu nunca!”
Marina da Gloria
Precisar de pulseirinha VIP p’ra tudo!
‘Melzin’
Nossa Sra. Da Paz
Horario de Verão
Chá da tarde com os avós na Colombo do Forte de Copacabana
Pão na chapa
Lagoa
Morro Dois Irmãos
Fundição
Pedalinhos!
Calça da Gang... rs...
Cordialidade
Prelude – ‘Bruno/ Helinho, preciso de uma pulseirinha!’ rs...
Caneco 70
Jorge Ben
Casa da Empada
Barra da Tijuca – ‘sou barrense sim, e daí?!’ rs...
MAM – os tracos modernos de Reidy
Bar Lagoa
Morro da Urca
Cristo Redentor
Dançar atééééé...
Gávea Golf com a Mari
Caipirinha do Gávea, antes da farra, com a Mari! rs...
Palaphita Kitsch, lua cheia, amigos.
MAC de Niteroi
Bienal do Livro
Ver a Lua Cheia refletida no mar do Elevado do Joá!
Oi Noites Cariocas
Humor
Avenida Niemeyer
Maracanã
A ‘Casa do Saber’
Paraty
Sorvete Itália
S que soa como X
R que soa como RR
Parque Lage – aula de pintura!
Parque Lage – café da manhã!
Ilha Grande
Sorrisos
Os nomes bregas dos condomínios moderníssimos da Barra – tudo tem ‘Villagio’, ‘Residence’ ou um nome qualquer em italiano!
água de coco
Bibi Sucos
Ouvir um malemolente ‘fiu-fiu’... rs..
Alto-astral
Outeiro da Glória
TPC – tensão pre-Carnaval!
Sapucaí lotada
Kitesurf no Pepe
Galeria Anna Niemeyer
Bolete
O Braca
Saturnino e os drinks mais criativos
Saúde
Calçadão Ipanema/ Leblon aos domingos!
CopaRooca
Araras – ‘Sabor de Fazenda’, ‘Estalagem de Araras’, ‘Open House’ no Pedrão...
00
Malandragem
Caipirinhas
‘Samba do Avião’, antes da aterrisagem! E-m-o-ç-ã-o!!!
Bala 7 Belo
O Leblon
Conhecer todo mundo que todo mundo conhece
Batida do Oswaldo
Jobi
Yoga no Nirvana da Gávea
Bateria de escola de samba! O que é isso, Meu Deus!!!
Burle Marx
Escondidinhos disso e daquilo em qualquer boteco
Cantar ‘Domiiiiingo, eu vou ao Maracanã...’, mesmo sem ter o hábito de ir!
Antiquatrius
Todos os teatros do Shopping da Gávea
Casas Granado
Ala das baianas
Academias, academias e mais academias!
Joatinga
‘tô só ficando/ pegando...’
MNBA
Feira de São Cristóvão
Cervantes
Céu
As modas de Verão
“Dez, nota Dez!”
Candelária
Ipanema
Parar no Bob’s da Ataulfo, depois da ‘night’.
Baroba – sofááá!
‘Passa lá!’
‘Vamos combinar sim, sério!’
Guanabara no fim de noite/ início do dia.
Itaipava
‘Não me deixe só, eu tenho medo do escuro...’
Joaozinho Trinta
Biquíni de lacinho
Havaianas combinando com o biquíni
BB Lanches – peru mineiro!
Tablado
Ajudar turistas perdidos com um sorriso no rosto
“Mermaaaaaao!”
Montanhas
Luau na praia
Sair com um casaco só porque choveu!
Engarrafamento só porque choveu!
Informalidade, sempre.
Angra
Sushi Leblon
Zeca Pagodinho
Club Med
Badalar em Buzios
Mergulhar em Arraial
Surtar na A-Teen
As vendedoras in-su-por-tá-veis da Mixed. Over!
A Gávea
Celeiro
‘Menino do Rio... calor que provoca arrepio...’
Bloco de Carnaval
O estranho da praia que vira amigo
A Constança, a Capeto, o Oskar...
Casa da Tatá
Mariuzinn
Copacabana
Micaretas x Raves
A “saideira”!
Mosteiro de Sao Bento
Prainha
As famosas ‘prés’ – pré-night, pré-micareta...
Rock in Rio
Reveillon em Copa
O Copacabana Palace e um café da manhã no Pérgula!
Mil Frutas – sorvete de tapioca!
São Conrado
Rocinha
Contrastes...
Ronaldinho x Romario
Paineiras
‘Putz... perdi minha cartela...’
Restinga da Marambaia
Asa-delta
Almocar no Braseiro
O Centro
Monobloco
Moco do ‘Abacaxiiiiiiiiiiiiiiiii’...
Centro Cultural do Banco do Brasil
A Lapa
Livraria da Travessa
‘O hotel Marina quando acende...’
Rio Scenarium
Bossa nova
Largo do Carioca
Mundo Verde
Carrocinha de pipoca
Pipoca doce!
Feirinha hippie de Ipanema
Cazuza
Frescobol
Lulu Santos – “Como uma onda no mar...”
Caminhar na Urca
A Garcia e seu tapete vermelho no Natal
Merlot na Forneria
Futvolei
Vinícius & Tom, Tom & Vinícius
Auslander
Caderno Ela, revista Domingo, revista O Globo...
Pão-de-Açucar
Porcão, Barra Brasa, exageros!
Falar ‘night’ ao inves de ‘balada’
Santa Teresa e o bondinho
Cobal do Leblon
Saara
Namorado, ex-namorado, peguete... é todo mundo amigo.
Carioca da Gema
Um final de semana de biquíni, Havaianas e camiseta
A Mangueira
Boêmia
Seu Jorge + D2
Almoços da minha família
Astral da minha família
A MINHA FAMILIA
Meus amigos
Minha casa
Meu quarto
Minha vida!
Um lindo Cristo Redentor, braços abertos abençoando tudo isso ai em cima!
... E eu preciso de mais algum motivo p’ra querer voltar logo?!


